terça-feira, 10 de abril de 2012
sexta-feira, 11 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Poeta norte-americano
“Para ser original é necessário ter a coragem de ser um amador”
( Wallace Stevens)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Cursista: Geovana Buttner Oliveira Gasparin
Texto sobre Letramento
LETRAMENTO
O ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes de ler a palavra.
Paulo Freire afirma que: o domínio sobre os signos lingüísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede a da 'leitura' do mundo, que é chamado de letramento.
O termo “letramento” surgiu de necessidade de que não basta apenas o saber ler e escrever, precisa é saber fazer uso do ler e do escrever, saber responder às determinações de leitura e de escrita que a sociedade faz.
O letramento é o resultado da ação de ensinar e/ou aprender a ler e escrever, é também um fenômeno social, e fundamenta as características sócio-históricas ao se adquirir um sistema de escrita por um grupo social.
Letramento decorre das práticas sociais que leituras e escritas exigem nos diferentes contextos que envolvem a compreensão e expressão lógica e verbal. É a função social da escrita.
O estudo sobre este tema facilitaria o desempenho das pessoas na escrita, na assimilação da leitura e diferenciar melhor aquilo que estudou para por em prática. Pois um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele que sabe ler e escrever; letrado é quem sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita.
Então, letrar é fazer indivíduos (crianças e adultos) dispor do uso da leitura e da escrita, envolvendo-se em práticas sociais. É ser amigo dos livros; fazer uma bela leitura e repassar para quem não possui esse dom os ensinamentos que o letramento oferece.
E o papel da escola é trabalhar a competência comunicativa sem desvalorizar a cultura do aluno, aquilo que traz de seu meio social. Mostrar as diferentes formas de falar, escrever e ler.
Texto sobre Letramento
LETRAMENTO
O ato de ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes de ler a palavra.
Paulo Freire afirma que: o domínio sobre os signos lingüísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede a da 'leitura' do mundo, que é chamado de letramento.
O termo “letramento” surgiu de necessidade de que não basta apenas o saber ler e escrever, precisa é saber fazer uso do ler e do escrever, saber responder às determinações de leitura e de escrita que a sociedade faz.
O letramento é o resultado da ação de ensinar e/ou aprender a ler e escrever, é também um fenômeno social, e fundamenta as características sócio-históricas ao se adquirir um sistema de escrita por um grupo social.
Letramento decorre das práticas sociais que leituras e escritas exigem nos diferentes contextos que envolvem a compreensão e expressão lógica e verbal. É a função social da escrita.
O estudo sobre este tema facilitaria o desempenho das pessoas na escrita, na assimilação da leitura e diferenciar melhor aquilo que estudou para por em prática. Pois um indivíduo alfabetizado não é necessariamente um indivíduo letrado. Alfabetizado é aquele que sabe ler e escrever; letrado é quem sabe ler e escrever, mas que responde adequadamente às demandas sociais da leitura e da escrita.
Então, letrar é fazer indivíduos (crianças e adultos) dispor do uso da leitura e da escrita, envolvendo-se em práticas sociais. É ser amigo dos livros; fazer uma bela leitura e repassar para quem não possui esse dom os ensinamentos que o letramento oferece.
E o papel da escola é trabalhar a competência comunicativa sem desvalorizar a cultura do aluno, aquilo que traz de seu meio social. Mostrar as diferentes formas de falar, escrever e ler.
sábado, 5 de dezembro de 2009

Envelope de linguagem
Um dos momentos significantes de grandes expectativas para todos nós, formadores e cursistas, foram as apresentações dos envelopes de linguagem dos colegas. Nesta socialização, sempre encontrávamos algo novo para servir de inspiração na prática da exploração textual.
Exemplo: A professora Nadir Coelho fez a apresentação do seu envelope, foi uma verdadeira história sócio-cultural com documentos, fotos convites de várias ocasiões, imagens de santos e cartão-postal “coisas da vovó...”
Tudo muito curioso e interessante e que todos de alguma forma, comentaram uma lembrança de sua história.
Literatura

Professora cursista:
Zilma Aparecida de Moraes
Escola de Educação
Básica São Tarcísio
Este momento de integração, foi para dividir o sabor da apreciação do espaço literário, cheio de produções dos alunos que encantou professores, visitantes e formadores. E a escola como um todo, pode-se notar pela pequena mostra nos registros fotográficos que segue o texto.
Professora cursista:
Zilma Aparecida de Moraes
Escola de Educação
Básica São Tarcísio
Este momento de integração, foi para dividir o sabor da apreciação do espaço literário, cheio de produções dos alunos que encantou professores, visitantes e formadores. E a escola como um todo, pode-se notar pela pequena mostra nos registros fotográficos que segue o texto.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A professora Cursista Geovana B. Oliveira Gasparin
juntamente com seus alunos da EEB.Visconde de Cairu.
Promoveram um encontro para realização de uma oficina de contação de história em sua escola, convidou os formadores: Leopolda Camargo, Rita Bleichvel e Soleu Filho, os colegas cursistas, a coordenadora Janeth Simas Telles. Além de todo pessoal da casa que gentilmente nos receberam para prestigiar as atividades. A professora formadora Rita abriu o evento apresentando o Programa Gestar e os formadores, assim como também a nossa coordenadora aos que não nos conheciam, em seguida passou a fala para a professora anfitriã que é uma encantadora na contação de história e fez questão de chamar a coordenadora para fazer uso da palavra, a qual vendo todas as atividades de produção escrita e cartazes, sabendo de que tínhamos ainda muitas coisas para serem vistas e ouvidas antecipou os parabéns a cursista. Em seguida iniciamos ouvindo uma paródia, história e causo teatralizado.
Também teve uma participação especial das colegas Carla Cristine de Liz da Silva, Neiva Machado Rafaeli e do professor Carlos de Almeida e Silva Filho. Foi muito bom estarmos mais uma vez juntos.
juntamente com seus alunos da EEB.Visconde de Cairu.
Promoveram um encontro para realização de uma oficina de contação de história em sua escola, convidou os formadores: Leopolda Camargo, Rita Bleichvel e Soleu Filho, os colegas cursistas, a coordenadora Janeth Simas Telles. Além de todo pessoal da casa que gentilmente nos receberam para prestigiar as atividades. A professora formadora Rita abriu o evento apresentando o Programa Gestar e os formadores, assim como também a nossa coordenadora aos que não nos conheciam, em seguida passou a fala para a professora anfitriã que é uma encantadora na contação de história e fez questão de chamar a coordenadora para fazer uso da palavra, a qual vendo todas as atividades de produção escrita e cartazes, sabendo de que tínhamos ainda muitas coisas para serem vistas e ouvidas antecipou os parabéns a cursista. Em seguida iniciamos ouvindo uma paródia, história e causo teatralizado.
Também teve uma participação especial das colegas Carla Cristine de Liz da Silva, Neiva Machado Rafaeli e do professor Carlos de Almeida e Silva Filho. Foi muito bom estarmos mais uma vez juntos.
Aguardando novas motivações
Estamos praticamente terminando mais uma etapa do Gestar II, mas com a esperança que não pare por aqui. Esta experiência é uma modalidade de inovação que apesar do pouco tempo que tínhamos para nos prepararmos, tanto para os colegas cursistas como para os formadores a socialização de ideias, a trocas de atividades, criação e recriação proporcionou a transformação do saber fazer e construir o conhecimento individual e coletivo. Convivemos um bom tempo enriquecendo uns aos com os saberes diferentes.
Temos a mesma graduação, porém com divergência de teoria, de filosofia, mas em momento algum faltou respeito ou qualquer outro tipo de constrangimento. E até me atrevo a dizer que só fortaleceu o elo de amizade e respeito mutuo. Que já está me deixando com saudades da correria, do nervosismo, da angustia na espectativas que tudo transcorresse de maneira agradável e não cansativa resumindo saudades de todos.
"Não devemos servir de exemlpo a niguém.Mas devemos servir de lição."
(Mário de Andrade)
Temos a mesma graduação, porém com divergência de teoria, de filosofia, mas em momento algum faltou respeito ou qualquer outro tipo de constrangimento. E até me atrevo a dizer que só fortaleceu o elo de amizade e respeito mutuo. Que já está me deixando com saudades da correria, do nervosismo, da angustia na espectativas que tudo transcorresse de maneira agradável e não cansativa resumindo saudades de todos.
"Não devemos servir de exemlpo a niguém.Mas devemos servir de lição."
(Mário de Andrade)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Apresentação Artística
CURSISTAS: ISAIAS RAFAL DE LIZ
LEA APARECIDA BASTOS
Síntese da Oficina Corrupção TPS 1 e 2
A oficina Corrupção teve como alicerce as unidades dos TPS 1 e 2 no qual desenvolvemos com os alunos uma oficina que despertasse reflexão acerca do tema Corrupção no meio educacional.
Embora o tempo da oficina tenha sido curto, conseguimos trabalhar através da música Brasil da Gal Costa, as unidades dos TPS, bem como Análise Lingüística e Literária, pois pela música mostramos aos alunos a diferença entre a linguagem objetiva e a linguagem literária, subjetiva presente na música e nas outras formas de expressão. Contemplando ainda a temática abordada no TP2, pudemos explorar as diversas linguagens como a verbal, e a não-verbal através dos gestos e do teatro encenado pelos alunos.
Do TP1 exploremos as variedades lingüísticas presentes em cada falar. Mesmo se tratando de um grupo de alunos com a mesma idade e oriundos do mesmo bairro, percebemos muitas peculiaridades em suas falas. Cada um ao falar expressou a sua história, a sua cultura e a sua identidade através de sua fala.
É com vistas nesse objetivo que se deve focar o currículo não apenas de Língua Portuguesa, mas de todas as matérias, trabalhando as diferentes formas de expressão e as diversas histórias de vida de cada aluno. Dessa maneira estaremos promovendo momentos para a inclusão das diferenças em sala de aula.
LEA APARECIDA BASTOS
Síntese da Oficina Corrupção TPS 1 e 2
A oficina Corrupção teve como alicerce as unidades dos TPS 1 e 2 no qual desenvolvemos com os alunos uma oficina que despertasse reflexão acerca do tema Corrupção no meio educacional.
Embora o tempo da oficina tenha sido curto, conseguimos trabalhar através da música Brasil da Gal Costa, as unidades dos TPS, bem como Análise Lingüística e Literária, pois pela música mostramos aos alunos a diferença entre a linguagem objetiva e a linguagem literária, subjetiva presente na música e nas outras formas de expressão. Contemplando ainda a temática abordada no TP2, pudemos explorar as diversas linguagens como a verbal, e a não-verbal através dos gestos e do teatro encenado pelos alunos.
Do TP1 exploremos as variedades lingüísticas presentes em cada falar. Mesmo se tratando de um grupo de alunos com a mesma idade e oriundos do mesmo bairro, percebemos muitas peculiaridades em suas falas. Cada um ao falar expressou a sua história, a sua cultura e a sua identidade através de sua fala.
É com vistas nesse objetivo que se deve focar o currículo não apenas de Língua Portuguesa, mas de todas as matérias, trabalhando as diferentes formas de expressão e as diversas histórias de vida de cada aluno. Dessa maneira estaremos promovendo momentos para a inclusão das diferenças em sala de aula.
CURSISTA: ISAIAS RAFAEL DE LIZ
CURSISTA: ISAIAS RAFAEL DE LIZ
Relatório do TP1 Unidade 1 – Variantes Lingüísticas
Uma língua não possui apenas uma variedade lingüística, mas uma diversidade que consiste em uma ou mais formas de dizer a mesma coisa.
Deparamo-nos com vários níveis de variação: o fonológico, o sintático e o morfológico. A variação é motivada por diferenças na origem geográfica, social, fatores como idade, sexo, relações econômicas e culturais.
A variação lingüística não se restringe apenas por origem social e geográfica. Um mesmo indivíduo pode alternar em diferentes formas lingüísticas de acordo com a variação e as circunstâncias que o cercam, ou seja, uma pessoa usa várias variantes ao longo do dia para se comunicar.
A variação estilística ou de registro, é o resultado da adequação da expressão de acordo com as finalidades específica do processo de interação verbal com base no grau de formalidade que o falante usa para compor seu enunciado.
Conclui-se que há diversas variantes lingüísticas e cabe ao falante escolher entre as diversas variantes conforme variam as circunstâncias de interação.
Relatório do TP1 Unidade 1 – Variantes Lingüísticas
Uma língua não possui apenas uma variedade lingüística, mas uma diversidade que consiste em uma ou mais formas de dizer a mesma coisa.
Deparamo-nos com vários níveis de variação: o fonológico, o sintático e o morfológico. A variação é motivada por diferenças na origem geográfica, social, fatores como idade, sexo, relações econômicas e culturais.
A variação lingüística não se restringe apenas por origem social e geográfica. Um mesmo indivíduo pode alternar em diferentes formas lingüísticas de acordo com a variação e as circunstâncias que o cercam, ou seja, uma pessoa usa várias variantes ao longo do dia para se comunicar.
A variação estilística ou de registro, é o resultado da adequação da expressão de acordo com as finalidades específica do processo de interação verbal com base no grau de formalidade que o falante usa para compor seu enunciado.
Conclui-se que há diversas variantes lingüísticas e cabe ao falante escolher entre as diversas variantes conforme variam as circunstâncias de interação.
sábado, 28 de novembro de 2009
Interação
A oficina 01, TP2 dia 01/10/09
Interação...
Foi realizada nas dependências da EEB. Aristiliano Ramos um modo de interagir com as quatro turmas, que contou com a presença dos formadores: José Cé, Leopolda, Rita e Soleu e teve como tema central o uso da gramática. A gramática interna e o ensino produtivo, a gramática descritiva e o ensino reflexivo, a gramática normativa e o ensino prescritivo.
Em estilo de palestra o formador José Cé enfatizou que: não se pode usar uma língua sem usar a sua gramática. Neste sentido é importante dizer que a gramática interna, ou implícita, ou internalizada, é o conjunto de regras que o falante da língua domina mesmo que não perceba esse uso, e mesmo que jamais tenha estudado.
Salientou a frase e sua organização, o que é frase, período e a oração.
No segundo momento nos encaminhamos para o desenvolvimento da oficina propriamente dita. Socializamos o texto temático e a organizamos as atividades em grupo com diversas modalidades de metodologias para aplicarmos em sala de aula com nossos/as alunos/as.
“A cada dia temos um novo motivo para aprendermos.”
Passeio Cultural
Passeio Cultural
As professoras Elisonete F. Simão Amorim e Selma Koeche Machado juntamente com seus alunos de 5ª, 6ª 7ª 8ª séries da EEB. Armando Ramos de Carvalho.
Realizaram uma visita as ao Jornal Correio Lageano. Esta é uma das atividades que faz parte do desenvolvimento, do projeto das professoras e alunos/as: O jornal da Escola. Buscaram informações de como se processa o jornal, da matéria-prima, como ele é produzido... Até chegar em suas casas.Aproveitaram o momento para dar uma boa olhada em um dos museus da cidade, já que o TP2 destacava também a Arte. (Não mostramos fotos das peças por motivo de segurança das mesmas).
As professoras Elisonete F. Simão Amorim e Selma Koeche Machado juntamente com seus alunos de 5ª, 6ª 7ª 8ª séries da EEB. Armando Ramos de Carvalho.
Realizaram uma visita as ao Jornal Correio Lageano. Esta é uma das atividades que faz parte do desenvolvimento, do projeto das professoras e alunos/as: O jornal da Escola. Buscaram informações de como se processa o jornal, da matéria-prima, como ele é produzido... Até chegar em suas casas.Aproveitaram o momento para dar uma boa olhada em um dos museus da cidade, já que o TP2 destacava também a Arte. (Não mostramos fotos das peças por motivo de segurança das mesmas).
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA
LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA
RELATÓRIO DE ATIVIDADES
CADERNO DE TEORIA E PRÁTICA:
Professora/cursita: Claussia Tonetto Albuquerque
EEB. Flordoardo Cabral
O caderno de Teoria e Prática número 06, apresenta sugestões para trabalhar com a produção textual, que deve levar em consideração a importância dos alunos a conhecerem o tema previamente ou buscar informações sobre ele, trocar idéias, planejar a melhor forma de expor as mesmas no texto escrito e trabalhar com a revisão e edição textual.
As atividades que envolvem a argumentação são prazerosas, pois através delas os alunos podem expressar debater e dialogar sobre suas opiniões numa constante integração com os interlocutores.
Procurou-se contemplar algumas práticas do AAA número 06 as quais trabalham com a argumentação destacando: argumentação e linguagem, o senso comum na defasa de idéias.
Os alunos leram o texto “Acne, ela incomoda” e com ajuda do/a professor/a oralmente foram destacando exemplos de trechos onde há relatos de médicos, pesquisas, estatísticas, causas da acne e conseqüência do tratamento e opiniões diversas. Tal levantamento serviu para explicar-lhes o que são argumentos e também o que é uma tese.
Num segundo momento os alunos resolveram as questões propostas. Alguns sentiram dificuldades de identificar a tese. Talvez por terem resistência a nova nomenclatura.
E os exercícios foram realizados com muito interesse e alcançados bons resultados.
RELATÓRIO DE ATIVIDADES
CADERNO DE TEORIA E PRÁTICA:
Professora/cursita: Claussia Tonetto Albuquerque
EEB. Flordoardo Cabral
O caderno de Teoria e Prática número 06, apresenta sugestões para trabalhar com a produção textual, que deve levar em consideração a importância dos alunos a conhecerem o tema previamente ou buscar informações sobre ele, trocar idéias, planejar a melhor forma de expor as mesmas no texto escrito e trabalhar com a revisão e edição textual.
As atividades que envolvem a argumentação são prazerosas, pois através delas os alunos podem expressar debater e dialogar sobre suas opiniões numa constante integração com os interlocutores.
Procurou-se contemplar algumas práticas do AAA número 06 as quais trabalham com a argumentação destacando: argumentação e linguagem, o senso comum na defasa de idéias.
Os alunos leram o texto “Acne, ela incomoda” e com ajuda do/a professor/a oralmente foram destacando exemplos de trechos onde há relatos de médicos, pesquisas, estatísticas, causas da acne e conseqüência do tratamento e opiniões diversas. Tal levantamento serviu para explicar-lhes o que são argumentos e também o que é uma tese.
Num segundo momento os alunos resolveram as questões propostas. Alguns sentiram dificuldades de identificar a tese. Talvez por terem resistência a nova nomenclatura.
E os exercícios foram realizados com muito interesse e alcançados bons resultados.
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